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REVISTA FORMAS & MEIOS
Desde: 03/02/2005      Publicadas: 754      Atualização: 31/10/2005

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NOTÍCIAS - GERSON DO ACARAJÉ


NOTÍCIAS - Casa de Criadores reúne público no cento de SP


A 18ª edição da Semana de Moda Casa de Criadores começou neste domingo, no viaduto do Chá, em São Paulo. A temporada de verão colocou os jovens talentos ao ar livre, em apresentação aberta ao público, que era formado por convidados, jornalistas, estilistas, curiosos, moradores de rua e meninos de rua. No projeto Lab, Deoclys Bezerra criou batas como peças principais numa instalação que regava as modelos sob o forte sol. A cartela de cores foi bem enxuta e ficou apenas em branco, preto e cinza. Patricia Gerber e Flaminio Jallageas colocaram dois atores em frente à fonte da praça Ramos para costurar carnes em tecidos em opção pelo conceitual. Ivan Ribeiro fez uma coleção com valorização do recorte e escamas em tons vibrantes. Apesar de não estarem previsitos na programação, a oficina de Karlla Girotto mostrou silhueta romântica, veludo, um pouco de folclore em peças com asas, babados, cinta-liga, shorts, saias armadas e mangas puff. Cuba dos ansos 70 Mario Catto e Paula Bertoni usaram Cuba e os anos 70 como tema. A apresentação do projeto Lab acabou com Marta Pires e suas peças volumosas. Na seqüência, a marca Gêmeas fez um desfile indie com calças pretas justíssimas usadas com camisetas largas e de ombros caídos. Os vestidos eram rodados e cheios de volumes e estampas. O dia acabou com a apresentação da We´re, de Marcelo Barbosa. A coleção apostou na mistura da alfaiataria com tênis e golfe. Os looks seguem estilo minimalista de uniformes urbanos. Na segunda-feira,5 - A Casa de Criadores segue com Walério Araújo, João Pimenta, Rober Dognani, Fabiana Bauman e Elisa Chanan, e deverá começar a partir das 21h no viaduto do Chá. [ Redação AgênciaFM ]

MUSEUS - Museu de Arte Moderna Nipo-Brasileira Manabu Mabe


Alckmin autoriza uso de imóvel para instalação de museu nipo-brasileiro no bairro da Liberdade

O prédio localizado no bairro da Liberdade, que já foi uma escola, será transformado no Museu de Arte Moderna Nipo-Brasileira Manabu Mabe. Nesta terça-feira, dia 30, o governador Geraldo Alckmin assinou o decreto que permite o uso por tempo indeterminado do imóvel pelo Instituto Manabu Mabe para a instalação do museu. O ato faz parte dos preparativos para as comemorações do centenário da imigração japonesa no Brasil, em 2008. O decreto foi publicado no Diário Oficial de quarta-feira,31. "Não quero que seja apenas um decreto, mas que seja uma lei, para ter caráter definitivo a cessão do imóvel para o Instituto", afirmou Alckmin. Por isso, o governador enviará projeto de lei à Assembléia Legislativa. O imóvel tem 1.632 metros quadrados de área construída, e lá já funcionou o Grupo Escolar São Joaquim, que depois passou a ser Escola Estadual de Primeiro Grau Campos Salles. Após um incêndio ocorrido em 1993, os alunos foram transferidos e a escola desativada. O prédio foi projetado pelo arquiteto Giovanni Battista Bianchi, em 1991.

São Paulo é a capital do Japão no Brasil

De acordo com o governador, São Paulo pode ser considerado a capital do Japão no Brasil. Ele informou que quase 60% da comunidade japonesa que vive no Brasil está no Estado. Os imigrantes japoneses começaram a chegar ao Brasil em 1908 e, atualmente, a comunidade conta com cerca de 1,5 milhão de pessoas. Manabu Mabe também foi um imigrante japonês. Nascido em 1924, na cidade de Kumamoto-Ken, no sul do Japão, mudou-se para Lins, no interior de São Paulo, aos dez anos de idade. Trabalhou na lavoura e, aos vinte anos, iniciou carreira artística. Naturalizou-se brasileiro em 1959, para poder receber o prêmio de melhor pintor brasileiro na Bienal. Presidido por sua mulher, Yoshino Mabe, o Instituto, uma entidade sem fins lucrativos, tem como objetivo manter viva a imagem do artista plástico Manabu Mabe, morto em setembro de 1997. O Instituto será responsável pela restauração do imóvel e implantação do museu, que vai abrigar as obras de Mabe e também de outros artistas. No evento, o governador recebeu de Yugo Mabe, filho de Manabu, o quadro "Bosque da Cidade", pintado em 1996. A obra de Yugo foi incorporada ao acervo do Palácio dos Bandeirantes. [Francisco Martins]

POLÍTICA - TORÓ NÃO IMPEDE O " FORA LULA " EM SÃO PAULO


A passeata começou em frente à catedral da Sé e os participantes tomaram conta da praça com narizes de palhaço e bandeiras de diversos partidos e sindicatos. Tudo isso ao som do Hino da Independência, que tocou diversas vezes durante a manifestação. A idéia de um movimento silencioso, de acordo com o presidente da OAB, Luiz Flávio D'Urso, surgiu porque "o silêncio é, muitas vezes, mais eloqüente do que o barulho". No entanto, ele diz que, nem por isso, deixa de mostrar a revolta contra aquilo que está acontecendo na polítca brasileira.
Participantes levantam suas faixas contra a corrupção. A chuva começou quando os carros de som estavam próximos ao Teatro Municipal e, em um primeiro momento, dispersou os manifestantes. Após 25 minutos, a chuva deu uma trégua e a manifestação retomou o percurso. "Os céus mandaram a água que precisa para lavar a política desse País", disse o presidente da OAB, Luiz Flávio D'Urso. O evento na praça da Sé foi um ato contra a corrupção, após as recentes denúncias contra parlamentares, petistas e membros do governo Luiz Inácio Lula da Silva. "Essa foi a primeira manifestação da sociedade civil. E quem achava que ia ser apenas uma "passeatazinha" se surpreendeu", disse Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical.

Bandeiras do Brasil ao som do hino da independência
"É inaceitável que membros do governo e do Congresso atrapalhem as punições dos reponsáveis. Exigimos que as CPIs e a Polícia Federal apurem os casos de corrupção", afirmou a nota. "O povo está exausto de promessas não cumpridas; a nação exige transparência, emprego e justiça social, e a nossa manifestação se expressa pelo silêncio da vergonha." Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) disse que "o evento serviu para mostrar a indignação da população e para pedir que os responsáveis sejam punidos pelos caminhos legais e que respeitem as instituições." De acordo com Skaf, o balanço do protest é favorável. "Foi um ato calmo, sereno e profundo." Depois da leitura do documento e quando as pessoas já estavam indo embora, um grupo de jovens abriu uma faixa com os dizeres "Fora, Lula!", mas sem a assinatura das entidades que participaram do ato, e não empolgaram a multidão.

NOTÍCIAS - Roubos, mendigos e sujeira: Eis a Praça da República


O projeto de reforma da Praça da República foi apresentado. A Prefeitura também pretende instalar câmeras para aumentar a segurança dos artistas e dos paulistanos que circulam pelos locais.


Conhecida internacionalmente pela feirinha de arte e artesanato existente desde 1940 - com os colecionadores - a praça localizada no coração da Cidade de São Paulo, abriga a feira de arte desde a década de 60. Porém, entrou em declínio a partir da década de 1980, e de lá para cá, tornou-se uma espécie de herança maldita para os administradores, que por sua vez abandonam-na. Tanto no entorno quanto em seus canteiros a praça é tomada por personagens burlescos. A promessa da nova administração é de colocar grades não só na Praça da República, mas também na Praça da Sé e na Coronel Fernando Prestes. As obras que vão mudar a paisagem das praças mais famosas da cidade estão previstas para começar em outubro deste ano. Em comum, os projetos de requalificação são o rebaixamentos das bordas dos canteiros, a renovação da iluminação - com melhora da iluminação funcional e instalação de iluminação cenográfica, valorizando as esculturas e a vegetação - e a recuperação do piso das praças. Durante o evento de apresentação dos projetos de reforma, o prefeito José Serra, também fez questão de afirmar mais uma novidade para o Centro: o plano de revitalização que espera sair do papel desde 2000 agora será implantado. O lançamento da licitação para as três obras aconteceu em 21 de julho, e custará aos cofres públicos 3,3 milhões de reais. A estimativa do secretário é de que em outubro, ou no máximo, em novembro as obras sejam iniciadas. Os prazos são técnicos, podendo haver alterações em função do andamento do processo licitatório.

Fechamento da Praça

Na República, a Prefeitura já começou a preparar a área para a intervenção, com grades entorno da praça, visando a segurança das pessoas que transitam pelo local. " São as primeiras intervenções físicas que vamos fazer na região Central e que, seguramente, vão melhorar muito o ambiente para os paulistanos que freqüentam as praças no dia-a-dia e para aqueles que as visitam também", ressaltou Andrea Matarazzo. A reforma trará o traçado original da praça, inclusive o piso em frente ao Colégio Caetano de Campos. Segundo a Assessoria de Imprensa da Regional Sé, as partes descaracterizadas como canteiro central, os lagos farão parte de restauro pois a praça é tombada pelo Patrimônio Histórico. Com a aproximação das obras os artistas que lá expõem estão temerosos quanto à permanência no local. No início cogitou-se a retirada dos mesmo, o que foi descartado pela Assessoria de Imprensa da prefeitura. Ou seja, os artesãos e artistas plásticos permanecerão na praça mesmo com as obras de restauro. Na década de 60 quando os artistas plásticos começaram a expor seus trabalhos, já havia uma indisposição para que não ficássem ali. Expulsos pela polícia várias vezes, mas sempre contaram com o apoio do prefeito da época Faria Lima. O atual gradil no entorno da praça deverá ter função apenas de demarcar os limites, pois já existe uma barreira invisível que fora causada pela falta de segurança. Para se reverter esse quadro formado pelo medo seria necessário a manutenção do que está sendo proposto.



Reportagem publicada no Jornal Novas Técnicas edição de setembro - nº 15

NOTÍCIAS - NOTÍCIAS DA REGIÃO CENTRAL DE SP?


TUNEL DO TEMPO - Tomi Nakagawa: Pioneira


Neste mês comemoram-se 97 anos de imigração japonesa no Brasil. Tomi é a única sobrevivente que veio no Kasato-Maru.

A japonesa Tomi Nakagawa, é a única pessoa ainda viva da primeira leva de japoneses que chegou ao Brasil a bordo do navio Kasato Maru, em 1908. Sua história é tão importante que o Imperador Akihito, quando visitou o Brasil em 1997, fez questão de encontrá-la. No depoimento abaixo, dona Tomi revela trechos dos árduos primeiros anos da imigração.

Tomi Nakagawa, a última pioneira

"Vivi a maior parte da vida sempre em sítios e fazendas. Trabalhava todos os dias, menos aos domingos. Na venda, quando queriam algo, eles apontavam com o dedo. Um dia, um japonês ficou irritado com o "vendeiro", que não entendia nada do que ele falava. Xingou o homem de bakayaroo (bobo). O "vendeiro" entendeu que o japonês queria bacalhau! Então, o japonês levou o bacalhau para casa e contou para os amigos que, quando quisessem comprar aquele peixe salgado, era para xingar o "vendeiro",
"Como todos os japoneses, meus pais foram com esperanças de trabalhar bastante para ficar ricos logo e voltar para o Japão. O Kasato Maru saiu do porto de Kobe e levou 52 dias para chegar ao Brasil. Levava as bandeiras do Japão e do Brasil hasteadas e cada passageiro tinha uma bandeira do Japão."
"Meus pais trabalhavam de escuro a escuro. Apesar disso, colhiam pouco porque não tinham prática de colher café. As mãos ficavam doloridas, inchadas e esfoladas, pois na época não havia luvas, mas eles precisavam continuar o trabalho até o sol se esconder, até que não desse para enxergar mais nada. Todo mundo trabalhava muito, mas ainda assim o dinheiro mal dava para a comida. Quando me lembro dessa época, choro muito. Foi muito duro".

MULHER - A Filha do Teatro Municipal


A quase Octogenária professora de música Rosa Corvino, nasceu literalmente dentro do Teatro Municipal, em julho de 1926. Até o ano passado, ela era uma espécie de "guia" voluntária, pois duas vezes por semana, Rosa repassava seus conhecimentos e experiências nas visitas monitoradas quando o teatro abria para o público.
Seu avô Anielo Corvino, italiano e artesão, foi chamado em 1903 pelo próprio arquiteto Ramos de Azevedo para trabalhar na construção do teatro, "o cartão postal do Centro". Em 12 de Setembro de 1911, quando o teatro foi inaugurado com peça "Hamlet", Anielo passou a morar com a família no próprio teatro.
Em 1931 Anielo Corvino faleceu, e o filho Salvador Corvino que o acompanhava passou a ser o novo zelador, vindo depois a ser conservador, cargo este, que a Câmara Municipal lhe conferiu com o título de "Conservador do Teatro Municipal".
Em 1952, outra mudança de rumo: o teatro foi interditado para reforma, e Rosa Corvino, então com 26 anos, se muda com a família para o bairro de Vila Mariana. Para entender melhor voltamos a 9 de julho de 1926. A mãe de Rosa não consegue ir a tempo a um hospital, então vem a parteira e ela dá a luz no Teatro Municipal.

Rosa Corvino aos 6 anos de idade

Ainda criança, Rosa Corvino e seus irmãos assistiam a todos os shows e eventos que aconteciam, e aos 12 anos começou a estudar música no conservatório de São Paulo, fazendo desse ofício sua profissão por 30 anos como professora de música, até se aposentar. Conhecedoran como poucos do Municipal, Rosa diz, que viu muitos objetos sumirem depois que ele foi reformado e acredita ter nascido num templo cultural. Por 20 anos estudou sobre a mitologia grega o que certamente a credencia para afirmar sobre o estilo de construção do Municipal, "Renascentista Barroco do século XVII".
Em 2003, Rosa foi convidada para monitorar as visitas e relatar toda sua história, da sua construção até a representatividade das paredes e o teto de mármore. Para quem acha que esse trabalho de " de fazer o histórico ", como ela gosta de chamar, é remunerado, se engana, Rosa Corvino faz esse trabalho voluntariamente, ou melhor fazia, pois seu contrato de voluntária foi cancelado em novembro de 2004.

NOTÍCIAS - TEATRO MUNICIPAL ANUNCIA NOVA TEMPORADA


O novo diretor do Teatro Municipal de São Paulo, o maestro Jamil Maluf, anunciou o pacote inicial de concertos do ano. A primeira temporada, de abril a julho, será marcada por três novas séries de concertos, além de uma nova programação de matinês aos sábados. São ao todo 27 concertos, com 18 artistas. Apenas no final do mês chega a programação de assinaturas. Segundo Maluf, até agosto ele pretende ter definidas as atrações de 2006. No final de abril será feito o anúncio das três óperas previstas para estrear neste ano, de agosto a dezembro. "Em 2006 teremos ópera o ano todo", garante o maestro. Das três séries principais, duas giram em torno do repertório nacional. A primeira chama-se Solando pelo Brasil. A idéia é mostrar um pouco da produção brasileira dedicada a instrumentos solistas em companhia de orquestras. O concerto de abertura, em 10 de abril, tem, por exemplo, Naná Vasconcelos e seu Concerto para Berimbau, com a Experimental de Repertório. A segunda série é dedicada às sinfonias brasileiras. Começa com Roberto Duarte regendo a Sinfonia n.º 2 de Mário Ficarelli e tem ainda a Sexta de Camargo Guarnieri (Alex Klein, regente), a Nona de Claudio Santoro (Ira Levin) e a Sinfonia 2000 de Ronaldo Miranda (José Maria Florêncio), com a estréia de duas orquestrações: uma de Nelson Ayres sobre suíte de Debussy e outra de Jamil Maluf sobre a Sonata para Violino e Piano de Cesar Franck.
Já a terceira série, Todos os Cantos, é dedicada ao repertório coral sinfônico. Terá peças como o Te Deum de Ernani Aguiar, o Réquiem de Fauré, o Magnificat-Aleluia de Villa-Lobos e a Missa de Glória de Puccini. Roberto Duarte, Naomi Munakata, Abel Rocha e Mário Zaccaro serão os regentes dessa programação.




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