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REVISTA FORMAS & MEIOS
Desde: 03/02/2005      Publicadas: 754      Atualização: 31/10/2005

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SAÚDE

DR. Drauzio Varella fala sobre os sintomas do enfisema

DR. Drauzio Varella fala sobre os sintomas do enfisema

FM - O que é enfisema?
DRAUZIO Varella
- O enfisema é uma irritação respiratória crônica, de lenta evolução, quase sempre causada pelo fumo, embora outros agentes (poeira, poluentes, vapores químicos) também possam provocá-lo. No enfisema, os alvéolos transformam-se em grandes sacos cheios de ar que dificultam o contato do ar com o sangue, uma vez que foi destruído o tecido por onde passavam os vasos.
FM - Enfisema é hereditário ou dá só em fumante?
DRAUZIO Varella
- Alguns fatores hereditários também podem contribuir para o aparecimento do enfisema. Relativamente rara, a deficiência congênita de uma enzima protetora dos pulmões pode indicar maior predisposição para desenvolver a doença mesmo em não-fumantes. Nesse caso, ela se manifesta em pessoas mais jovens e sua evolução é mais rápida.
FM - Quais são os sinais do enfisema
DRAUZIO Varella
- Respiração ofegante com chiado, tosse, sensação de sufoco são sintomas do enfisema, mas o pior deles é a falta de ar que se agrava à medida que a doença se agrava. Os pulmões se tornam menos eficientes e o peito adquire uma forma cilíndrica característica da doença.
FM - O enfisema é fatal?
DRAUZIO Varella
- No enfisema, os alvéolos ficam comprometidos e perdem a capacidade de fornecer oxigênio ao sangue e dele retirar o dióxido de carbono. Alvéolos saudáveis são minúsculos, numerosos, esponjosos e elásticos. No enfisema, são maiores, menos numerosos e comparativamente mais rígidos. Nos estágios avançados da doença, a pessoa fica impossibilitada de executar até mesmo atividades físicas insignificantes e pode necessitar de oxigênio suplementar. Nesses casos, o enfisema pode ser fatal.
FM- Então, o que fazer?
DRAUZIO Varella
- Se você fuma, abandone o vício. A suspensão do fumo impede a progressão da doença, porém não reverte o processo. Os danos aos alvéolos são permanentes e os sintomas do enfisema permanecem. Novos tratamentos que buscam minimizar seus efeitos vêm sendo testados com sucesso.
FM - Existem outras recomendações?
DRAUZIO Varella
Sim. Execute as tarefas enquanto estiver expirando, adote o critério de respirar com os lábios contraídos (posição de assobio), deixando apenas uma passagem pequena para o ar. Inale pelo nariz. Expire vagarosamente e com firmeza; pare e descanse assim que sentir falta de ar. Planeje seus afazeres. Defina o meio mais eficiente
e sempre que possível, use roupas folgadas, fáceis de vestir e de despir. Se você estiver acima de seu peso, emagreça. O esforço para suportar o peso excedente é grande e desnecessário. Coma alimentos com pouca gordura e muita fibra. Nas relações sexuais aprenda a valorizar as atitudes preliminares: conversar, tocar, beijar e afagar. Planeje sua atividade sexual para os dias que estiver com mais energia. Não tente fazer sexo quando estiver cansado

[Francisco Martins ]

Reportagem publicada na Revista Sinal Verde
edição 41 - setembro de 2005.


NOTÍCIAS - Australianos ganham Nobel da Medicina por bactéria da úlcera


CUIDE-SE - REABILITAÇÃO FÍSICA E SOCIAL





Hidrocólonterapia é uma limpeza completa de cólon


A Hidrocólon, conhecida também como Hidrocolonterapia ou Hidroterapia do Cólon, é uma limpeza completa do cólon (intestino grosso), através de um banho suave com água morna, previamente filtrada e purificada. Trata-se de um procedimento terapêutico - realizado através de um equipamento específico - que envia água sem drogas ou produtos químicos, desde o reto até o apêndice.
Como a água circula na totalidade do cólon, essa irrigação limpa e desintoxica profundamente suas mucosas, fazendo desgrudar material que fica estagnado às vezes por dezenas de anos. As mucosas do cólon também são sede de zonas reflexas (assim como na planta dos pés ou nas orelhas). A estimulação dessas regiões reflexas produz um efeito em todo o organismo, o que explica a melhora em casos de enxaquecas, amigdalites, cistites crônicas e outras patologias. Além de limpar de todos os detritos, a Hidrocólon tem também uma ação a longo prazo. Ao estimular a motricidade do cólon, ela o reeduca de maneira a lhe permitir exercer corretamente sua função excretora. Essa ginástica da musculatura é um dos efeitos mais efetivos da hidroterapia do cólon.
Durante uma sessão de hidrocólon, a pessoa fica deitada enquanto a água percorre o cólon limpando todos os detritos. Com a participação das massagens do profissional, o peristaltismo intestinal é estimulado a colocar para fora os resíduos, através de uma mangueira conectada à cânula. Este sistema evita odores desagradáveis e preserva a dignidade do paciente, que permanece em uma posição cômoda enquanto os resíduos acumulados no intestino grosso são eliminados através de material descartável, evitando qualquer possibilidade de contaminação. Essa limpeza é completamente segura, indolor, benéfica e não tóxica.


CUIDE-SE - TUBERCULOSE: Brasil e Peru tem 50%

O número de casos de tuberculose no mundo tem aumentado assustadoramente. Depois de três séculos de sua descoberta, continua matando uma pessoa a cada 15 segundos, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. A doença é um mal endêmico-constante, que atinge, hoje, um terço da população mundial. Todos os anos 8 milhões de novas ocorrências são detectados e, quase 2 milhões de pessoas morremvítimas da doença. O Brasil está em 15ª colocação dos países com maior incidência. Segundo a OMS [ Organização Mundial de Saúde ], existem 56 milhões de brasileiros infectados com o bacilo do Coch, causador do mal, mas que ainda não desenvolveu a doença. A cada ano seis mil pessoas morrem no Brasil e 111 mil novos casos são registrados. Juntamente com o Peru, são responsáveis por 50% da tuberculose do mundo. Como terceira maior população do continente Americano, o Brasil, faz fronteira com com todos os países da América do Sul, exceto com o Chile e Equador. Daí o interesse estratégico por parte da OMS Pan-Americana de Saúde. A tuberculose serve como uma espécie de marcador social, ou seja, onde existem doentes, há também problemas de desenvolvimento sócio-econômico.

TRANSMISSÃO / CURA

A enfermidade é transmitida pelos pacientes ao falar, espirrar ou tossir. As gotas de secreção contaminadas se propagam pelo ar e infecta os que as inalaram, que por sua vez, levam o bacilo diretamente para os seus pulmões, e podem ou não alastrar para os demais órgãos do corpo. Antigamente os doentes eram internados em sanatórios cercados de eucalíptos, onde também pudessem ficar expostos ao sol. Acredita-se que essas árvores isolavam o germe, que de fato morrem no ar. A partir de 1950, começaram a surgir os medicamentos Infampicina, Hidrazida e Pirazinamiza. A combinação destas drogas formou o que a medicina chama de " esquema RHZ". Com 15 ou 20 dias de aplicação os sintomas desaparecem e faz com que um grande número de doentes abandonem o tratamento nessa fase. O RHZ, além de eficiente é acessível, custa entre R$ 55,00 e R$ 60,00 por doente. Para combater o bacilo - originado através do abandono do tratamento, o custo pode chegar até R$ 3 mil e o tempo de cura passa de seis para 19 meses.

SINTOMAS / PESQUISAS

Sensibilidade e intolerância alimentar, na maioria das vezes por razão metabólica onde não se digere parte de certos alimentos. A tosse com escarro é um dos principais sintomas da tuberculose pulmonar, e, caso persista por mais de tres semanas, o médico adverte: Procure um hospital.
No Brasil, a primeira pesquisa indicou que devido o clima tropical os pacientes levariam uma certa vantagem no tratamento da TB. O médico Clemente Miguel da Cunha Pereira, foi quem descobriu os efeitos do clima na doença, em 1883. Seis anos depois ele fundou a Associação Paulista de Sanatórios Populares Para Tuberculose, depois denominada Liga Paulista Contra a Tuberculose - Instituto Clemente Ferreira. Em 1921, o cientista Albert Colnette testou por via oral a sua vacina BCG, [ Bacilo de Colnette Guérin], e em 1925, Júlio Élvio Moreau trouxe de Paris uma amostra de BCG, para o Rio de Janeiro.

[ Francisco Martins ]

CUIDE-SE - VACINAÇÃO PARA IDOSOS

CUIDE-SE - DRAUZIO VARELLA FALA SOBRE DIABETES


Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:

FM - Quais os tipos de diabetes?
Dráuzio Varella
·A diabetes tipo I - o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina. Já a
diabetes tipo II - as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade. E a diabetes gestacional, que ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
·Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.

FM- Quais os riscos que corre um diabético?
Dráuzio Varella
- Os fatores de risco são: Obesidade (inclusive a obesidade infantil), hereditariedade, falta de atividade física regular, hipertensão, triglicérides e níveis altos de colesterol.

FM- Como se cuidar?
Dráuzio Varella
·O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais. A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia. ·Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida. O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações; O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade. Não se automedique e, o
diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Se está urinando demais [poliúria], sentindo muita sede [polidpsia],e muita fome e alterações visuais, procure logo um serviço de saúde.

O Tratamento

O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.
Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios. Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.







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