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REVISTA FORMAS & MEIOS
Desde: 03/02/2005      Publicadas: 754      Atualização: 31/10/2005

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CLÁSSICA

PERSONALIDADES - Tonico: Antônio Carlos Gomes


PERSONALIDADES - Bidu Sayão: a maior cantora lírica do Brasil


Dona de uma voz límpida e delicada, a soprano brasileira Bidu Sayão foi uma das mais respeitadas artistas do Metropolitan Opera de Nova York. Seu prestígio pode ser observado no próprio hall do teatro, que ostenta um imenso quadro em sua homenagem. Ao longo de sua carreira, conviveu e trabalhou com as maiores personalidades artísticas deste século, como o maestro Arturo Toscanini, um de seus grandes admiradores " ele a chamava de "la piccola brasiliana" ", Maria Callas, a pianista Guiomar Novaes e Carmem Miranda.
Além disso, foi a parceira favorita de Villa-Lobos, numa carreira que durou 38 anos. Nesse período, emprestou sua voz e imortalizou a Bachiana n.º 5, das Bachianas Brasileiras, as peças mais conhecidas e mais amadas do compositor. Esta, que foi considerada pelo maestro como a mais perfeita gravação da obra, foi escolhida para o prêmio Hall of Fame, dado pela National Academy of Recording Arts and Sciences. Clássico brasileiro mais conhecido no mundo, por dois anos seguidos foi o disco mais vendido nos Estados Unidos. Bidu Sayão iniciou seus estudos musicais no Rio de Janeiro e aos 18 anos fez sua estréia no Teatro Municipal da cidade. Iniciou sua carreira internacional na Romênia, e aperfeiçoou seu canto em Nice, na França, com Jean de Reszke, o mais famoso professor da época, adquirindo a técnica perfeita e a delicadeza que viriam a caracterizá-la. Em Roma, cidade que a viu nascer para o teatro lírico, foi surpreendida por um convite para que abrisse a temporada do Teatro Constanzi. Sua interpretação de Rosina em O Barbeiro de Sevilha, de Rossini, foi feita de forma tão admirável que lhe rendeu a entrada definitiva no rol dos grandes intérpretes líricos da Europa. Em 1925, de volta ao Brasil, cantou novamente O Barbeiro de Sevilha antes de inaugurar outra temporada do Teatro Constanzi. Depois disso, atuou nos mais importantes teatros do Velho Mundo, como o Teatro São Paulo, em Portugal, Teatro Opera Comique de Paris e o Alla Scala de Milão, por exemplo. Excelente atriz, sua força interpretativa garantiu-lhe viver 22 heroínas diferentes, entre elas, Ceci (O Guarani, Carlos Gomes), Gilda (Rigoletto, Verdi), Mimi (La Bohéme, Puccini), Suzana (Bodas de Fígaro, Mozart) e Violeta (La Traviata, Verdi).

NOTÍCIAS - Bug Jargal volta ao Theatro da Paz 115 após


NOTÍCIAS - Obra de Vivaldi reaparece após 250 anos


NOTÍCIAS - Haendel - " O Messias "


Por Paula Fröhls

A grandiosidade de sua obra, Oratório "O Messias "Aleluia! " A música é uma outra vida... dentro da vida". Ouvindo ou cantando, podemos ficar perto de Deus.

Georg Friedrich Haendel, nasceu em 23 de fevereiro de 1685, em Halle - Alemanha. Desde pequeno já demonstrava interesse pela música, e foi na Alemanha onde concluiu seus estudos. Viajou para Itália: Veneza, Florênça, Nápoles e Roma. Lá residiu por vários anos, e conheceu músicos ilustres como Scarlatti, Corelli entre outros. Mas foi em Londres que resolveu morar. O que será que o atraiu tanto para fazer dessa cidade sua residência? Ele viveu em ambientes luxuosos, teve momentos de glória e de dificuldades, que logo foram superadas. Haendel deixou muitas composições instrumentais, óperas, mas sua predileção era o oratório. Porém, em um certo momento de sua vida, em 22 de agosto de 1741, recolheu-se em casa sem querer saber nada sobre o mundo lá fora. Foi nesse período que começou a compor o Oratório " O Messias " que narra os acontecimentos da vida de Jesus. Era uma obra grandiosa que estava sendo composta por ele, cuja duração tem 3 horas, dividida em três partes e fora composta em um pouco mais de três semanas. A parte orquestral foi feita em dois dias, mas o que faz-se destacar aqui é justamente o Aleluia, da segunda parte, onde o coro chega ao climax. Neste trecho da obra Haendel concentra-se tanto que chega a se emocionar, tendo sido encontrado por seu criado às lagrimas. " Julguei ver diante de mim o próprio Deus" disse Haendel.

TUNEL DO TEMPO - HISTÓRIA DA MÚSICA: Mitológica

A história mitológica da música, no mundo ocidental, começou com a morte dos Titãs. Conta-se que depois da vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano (Oceano, Ceos, Crio, Hiperião, Jápeto e Crono), mais conhecidos como os Titãs, foi solicitado a Zeus que se criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas e, no devido tempo, nasceram as nove Musas. Entre as nove Musas estavam Euterpe (a música) e Aede, ou Arche - o canto. As nove deusas gostavam de freqüentar o monte Parnaso, na Fócida, onde faziam parte do cortejo de Apolo, deus da Música. Há também, na mitologia, outros deuses ligados à história da música como Museo, filho de Eumolpo, que era tão grande musicista que quando tocava chegava a curar doenças; de Orfeu, filho da musa Calíope - musa da poesia lírica e considerada a mais alta dignidade das nove musas-, que era cantor, músico e poeta; de Anfião, filho de Zeus, que após ganhar uma lira de Hermes, o mais ocupado de todos os deuses, passou a dedicar-se inteiramente à música. Se estudarmos com cuidado a mitologia dos povos, perceberemos que todo o povo tem um deus ou algum tipo de representação mitológica ligado à música. Para os egípcios, por exemplo, a música teria sido inventada por Tot ou por Osíris; para os hindus, por Brama; para os judeus, por Jubal e assim por diante, o que prova que a música é algo intrínseco à historia do ser humano sobre a Terra e uma de suas manifestações mais antigas e importantes.


TUNEL DO TEMPO - HISTÓRIA DA MÚSICA:Mitológica


A história mitológica da música, no mundo ocidental, começou com a morte dos Titãs. Conta-se que depois da vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano (Oceano, Ceos, Crio, Hiperião, Jápeto e Crono), mais conhecidos como os Titãs, foi solicitado a Zeus que se criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas e, no devido tempo, nasceram as nove Musas. Entre as nove Musas estavam Euterpe (a música) e Aede, ou Arche - o canto. As nove deusas gostavam de freqüentar o monte Parnaso, na Fócida, onde faziam parte do cortejo de Apolo, deus da Música. Há também, na mitologia, outros deuses ligados à história da música como Museo, filho de Eumolpo, que era tão grande musicista que quando tocava chegava a curar doenças; de Orfeu, filho da musa Calíope - musa da poesia lírica e considerada a mais alta dignidade das nove musas-, que era cantor, músico e poeta; de Anfião, filho de Zeus, que após ganhar uma lira de Hermes, o mais ocupado de todos os deuses, passou a dedicar-se inteiramente à música. Se estudarmos com cuidado a mitologia dos povos, perceberemos que todo o povo tem um deus ou algum tipo de representação mitológica ligado à música. Para os egípcios, por exemplo, a música teria sido inventada por Tot ou por Osíris; para os hindus, por Brama; para os judeus, por Jubal e assim por diante, o que prova que a música é algo intrínseco à historia do ser humano sobre a Terra e uma de suas manifestações mais antigas e importantes.

TUNEL DO TEMPO - HISTÓRIA DA MÚSICA: Mitológica


A história mitológica da música, no mundo ocidental, começou com a morte dos Titãs. Conta-se que depois da vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano (Oceano, Ceos, Crio, Hiperião, Jápeto e Crono), mais conhecidos como os Titãs, foi solicitado a Zeus que se criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas e, no devido tempo, nasceram as nove Musas. Entre as nove Musas estavam Euterpe (a música) e Aede, ou Arche - o canto. As nove deusas gostavam de freqüentar o monte Parnaso, na Fócida, onde faziam parte do cortejo de Apolo, deus da Música. Há também, na mitologia, outros deuses ligados à história da música como Museo, filho de Eumolpo, que era tão grande musicista que quando tocava chegava a curar doenças; de Orfeu, filho da musa Calíope - musa da poesia lírica e considerada a mais alta dignidade das nove musas-, que era cantor, músico e poeta; de Anfião, filho de Zeus, que após ganhar uma lira de Hermes, o mais ocupado de todos os deuses, passou a dedicar-se inteiramente à música. Se estudarmos com cuidado a mitologia dos povos, perceberemos que todo o povo tem um deus ou algum tipo de representação mitológica ligado à música. Para os egípcios, por exemplo, a música teria sido inventada por Tot ou por Osíris; para os hindus, por Brama; para os judeus, por Jubal e assim por diante, o que prova que a música é algo intrínseco à historia do ser humano sobre a Terra e uma de suas manifestações mais antigas e importantes.

TUNEL DO TEMPO - Wolfgang Amadeus Mozart


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